http://blip.tv/file/2132771/
terça-feira, 19 de maio de 2009
Exposição de Henrique Neiva
http://blip.tv/file/2132771/
terça-feira, 12 de maio de 2009
Edição e tratamento de imagens disponíveis na internet
Nestes sites é possível fazer cortes, mudar cores, expandir e diminuir o tamanho das imagens. São vários recursos e a maioria deles, muito práticos de se utilizar.
Aos que gostam de fazer montagens, colagens, molduras e tratar as imagens antes de usá-las, as ferramentas oferecidas trazerm todos esses recursos.
Abaixo temos duas imagens, as originais, e as modificadas conforme as ferramentas do site www.picnik.com.

A imagem acima foi retirada do Uol, da forma que foi postada

Imagem alterada com auxilio das ferramentas de corte e cores.

A imagem(acima) também foi estraída do Uol e foi modificada (abaixo) para o preto e branco, dando um ar de um cenário mais velho.
As ferramentas estão disponíveis em diversos sites na internet, é só fazer uma pesquisa de sites para edição de imagens. Será feito uma lista dos mais utilizados na web.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Março foi recheado de atrações na capital mineira
No Centro Cultural da UFMG a exposição Lugar deu aos seus visitantes várias interpretações das obras expostas. Foi idealizada por Fabrício Fernandino, professor da Escola de Belas Artes da UFMG e diretor do Museu de História Natural e Jardim Botânico. A exposição contou com a presença de Fernando e outros cinco artistas que expuseram seis conjuntos de obras, cada uma delas com uma definição individual e subjetiva conforme o lugar de sua colocação. Tudo adaptado ao lugar.No Palácio das Arte neste mês de março a exposição de Fernando Pacheco, com grandes pinturas em óleo sobre a tela e acrílica sobre a lona. A exposição comemorou os 60 anos do pintor. O centro cultural em BH, tem como missão atuar prioritariamente junto à comunidade e ao artista mineiro, como centro de planejamento e investigação no campo da arte, estim
ulando o surgimento e a veiculação de novas idéias e expressões artísticas e contribuindo para a criação de consciência cultural e conseqüente transformação social. Carolina Mayrink, assessora-chefe de comunicação do Palácio das Artes explica que trabalham como críticos a fim de propagar a cultura “toda e qualquer ação nossa que é realizada como crítico da secretaria, é a de popularização e democratização de acesso a cultura. Seja através de uma política de preço, seja através de uma política de comunicação, então seria mais para a questão de popularizar e democratizar o acesso a cultura, não só em Belo Horizonte, mas em todo estado." Os centros culturais da capital são geralmente ligados a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais e desempenham seu papel junto à sociedade contando com o apoio do Governo. O fato de a cultura estar acessível a diferentes níveis sociais e em diversos lugares faz com que a meta de propagar a cultura seja cumprida a cada dia.
ro da capital e foi gratuito. Todos os que passaram pelas estações puderam conhecer as obras e artistas que estiveram na exposição. O evento chamou a atenção por suas obras interativas e pelo local inusitado. "Arte na linha do metro", literalmente essa foi a definição do festival. As pessoas que estiveram ali se encantaram com as obras expostas e com a diversidade cultural dos países que trouxeram suas exposições. "Nunca tinha visto nada igual, umas obras diferentes, interativas, engraçadas e estranhas. Estava voltando pra casa e vi essas tendas aqui, e a curiosidade falou mais alto, muito interessante" conta Adriana Souza, 32 anos, dona de casa que passava pela estação central do metrô e pode conhecer as obras. A capital mineira conta hoje com diversos locais de propagação da cultura. Usando o recurso de mapas do Google, demarcamos alguns centros culurais da capital com sua localização e exécificação. Basta clicar sobre a imagem e num clic descobrir diversos lugares para deliciar-se com a riqueza da diversidade cultural em Bh.
Visualizar Secretaria de Cultura de Minas Gerais em um mapa maior
terça-feira, 17 de março de 2009
Festival de Arte Digital 2009 aconteceu nas estações do metrô de Belo Horizonte
Mais informações sobre as obras expostas acesse o site do Festival de Arte Digital: www.festivaldeartedigital.com.br
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Internet renova a literatura do século 21
A literatura, num todo, não é mais a mesma depois da internet. Há quase uma década novos autores foram surgindo, e transpondo a telinha do computador e para chegar aos internautas em forma de livros. Livros estes em versão digital. A internet é um facilitador para estas publicações e para a divulgação das obras literárias. Serviu como meio de propagar a leitura e promover o crescimento de obras e autores. O leitor, mesmo o que não quiser se tornar escritor pode acompanhar mais de perto agora. De certa forma podemos notar que os sites assumiram o papel que as revistas literárias perderam. A universalidade da literatura deu um arranque com tantas formas de acesso a obras, a comentários, críticas, lançamentos e eventos.
Antes era questionado se o que se encontrava na internet era literatura, hoje a pergunta é como a internet serve de suporte para novos autores e suas obras. De alguma forma, a rede encurtou o caminho entre o autor e o leitor. Se antes o escritor precisava ir de porta em porta nas editoras para apresentar seu trabalho e buscar apoio para a publicação de seu livro, hoje a internet disponibilizou a estes escritores a forma do “faça-você-mesmo”, onde o escritor tem espaço para mostrar da sua forma o que eles querem levar ao leitor.
Amanda Limeira, 26 anos, estudante do 7º período de letras, da Faculdade Federal de Minas Gerais, tem fascínio pela literatura, o que serviu de grande incentivo para optar pelo curso na faculdade. Sua intenção é formar e se especializar em Literatura Brasileira Clássica e do século XX. Para ela falar sobre esta ligação entre internet e literatura é parte do que tem vivido na faculdade e que pretende saber ainda mais. “A internet apresenta seus facilitadores a respeito de como promulgar a literatura a muitas pessoas ao mesmo tempo. Hoje as pessoas têm opção de fazer um download de livros, debaterem idéias, criticar e ter mais contato com os autores”, diz a estudante.
Para a estudante a idéia é afirmar que a internet é uma evolução para a propagação da literatura. A acessibilidade aos termos, obras e autores literários hoje é possível ainda mais por meio da internet. Este fácil acesso instiga as pessoas a ler, comentar e até arriscar a compor frases, textos e livros. Muitos dos novos autores surgem hoje inicialmente na internet, em blogs e sites com vocação literária. Esse aumento de publicações e surgimento de autores já se fez sentir, nos últimos dez anos.
A primeira editora 100% online brasileira, a Mojo Books produz livros eletrônicos tendo como inspiração álbuns inesquecíveis da música pop. É uma idéia inovadora e bem original. O site da editora WWW.mojobooks.com.br disponibiliza aos seus internautas download das obras referidas no site, além de propostas de eventos e espaço para o envio de livros, aos que se interessam em fazer publicações de suas obras. É a comprovação de que a internet está aberta à participação do leitor, do autor, e até mesmo das editoras.
Mas há controvérsias a respeito desta acessibilidade e deste crescimento. O impacto que a internet trouxe as literaturas afetou desde a quantidade crescente de pequenas editoras, que pretendiam dar vazão a esse novo contingente, até grandes editoras que, pescando autores testados pelas pequenas, engrossam seu catálogo.
Hoje a disputa é para ter acesso primeiramente às grandes obras, já que para quem escreve a dificuldade para a publicação não é tão grande quanto antes.
Pedro Augusto é diretor da Editora Boa Viagem, que trabalha com algumas editoras também conhecidas e diz “ o processo de seleção de autores inéditos não mudou nada, continuamos recebendo originais pelo correio”. Segundo o diretor eles estão alerta para o mercado literário, “estamos atentos à cena, mas não ficamos tão impressionados com a miríade de novos escritores”, afirma o diretor, que trabalha há doze anos com esse mercado.
É notável que de alguma forma as editoras foram parcialmente modificadas pela disponibilidade de acesso a essas obras pela internet. “Aqui na editora já lançamos livros que se for contar o número de originais, podemos dizer que caberiam em uma mão”, conta o diretor ao mostrar suas planilhas de publicações que há algum tempo vem diminuindo.
A procura ainda existe e continuará a existir. “Os leitores não deixarão de comprar livros impressos e nem os escritores deixarão de documentar suas obras nas editoras, pode ser que o número dessa procura diminua, mas cessar creio que não”, afirma Pedro Augusto, ao falar da esperança que tem em se aposentar trabalhando neste ramo, que para ele é fascinante.
Há espaço para todos neste mercado, e de certa forma, tanto na internet quanto nas editoras, a idéia é propagar a literatura e tornar cada vez mais acessível a todos, não deixando de lado também o lado capitalista de cada meio. O que diverge em outras discussões.
Visite o blog “Por trás das Letras”, um espaço dedicado à literatura, e confira depoimentos de leitores que tem fascínio pela literatura. Acesse e confira http://jornalismoevelynecarvalho.blogspot.com/
Por Evelyne Carvalho
domingo, 2 de novembro de 2008
Internet na literatura ou literatura na internet?
sábado, 1 de novembro de 2008
Só foi descoberto de fato que havia algo errado nesta cena, quando Stuart conseguiu, de um aparelho celular, ligar para a esposa, que deu o telefone ao policial, e nesta ligação puderam constatar que havia uma chantagista ao telefone e que podia ser o autor do disparo. A partir disto,muda todo o desfecho da história. Stuart é um homem comum, preso a uma cabine telefônica, pois está sendo ameaçado.
A polícia se posicionou, de forma a vasculhar todos os prédios do quarteirão. Stuart aparentemente abalado decidiu sair da cabine, em sinal de desistência, e foi atingido. O tiro partiu dos policiais, e segundo o capitão Ed Ramed, foi a decisão acatada para dar fim ao cenário trágico. O tiro foi de borracha e resultou no desespero do suspeito de atirar contra a primeira vítima e de ficar ao telefone com Stuart. O suspeito foi encontrado em um prédio à frente da cabine, com um corte na garganta. Devido ao sangramento o homem, até agora não identificado, faleceu.
A cena é confusa, mas já temos certeza que Stuart foi à vítima de um homem transtornado e que o conhecia bem. A polícia agora fará as investigações para saber o que de fato ocorreu nesta cabine.

Stuart Shepard (imagem) foi a vítima de um "sequestro" dentro de uma cabine telefônica.
Confira a cobertura completa no twitter .
ps: este texto foi produzido para a aula de jornalismo online. Feito em uma simulação de cobertura em tempo real à um sequestro. As informações contidas aqui partiram do filme "Por um fio" e não tem qualquer ligação com nenhum fato parecido que possa ter ocorrido.
